Precisamos expressar a nossa paixão no altar

Li algo interessante no livro da Darlene Zschech, chamado “Adoração Extravagante“. Ela fala sobre os cantores zumbis. Já prestou atenção nas expressões dos zumbis? Eles não têm expressão nenhuma!

Não expressam raiva, alegria, tristeza, quebrantamento. Nada. Assim são alguns cantores e músicos e dançarino, não expressam nada para Deus.

Não expressam alegria no louvor, não expressão quebrantamento na adoração. Não expressam nada. Ficam com a atitude “zumbi”. Seria até engraçado se não fosse uma atitude tragicamente influenciadora, pois essa atitude fria contamina as pessoas. Eu sempre digo que podemos contagiar ou contaminar.

Quando alguém entra na igreja e percebe o ministério de louvor alegre: os músicos cantam enquanto tocam, eles se movimentam de um lado para o outro; os cantores vibram, levantando as mãos, dançando, sorrindo; a equipe de dança tem mais do que dança; tem vida, alegria, entusiasmo; o ministro de louvor mais parece um Davi celebrando a entrada da arca na presença de Deus. Aleluia! Quando as pessoas veem isso, elas são contagiadas, alegram-se e passam também a celebrar.

Mas quando alguém entra na igreja e percebe o ministério de louvor triste, sem vontade, como se pudesse estar fazendo algo melhor; os músicos desanimados, de cabeça baixa, olhando para seus instrumentos; cantores com os olhos fechados e o corpo estático; o ministro errando a letra da música e os dançarinos com expressão facial de quem tomou limonada sem açúcar. Isso contamina!

Se a pessoa chega alegre na igreja, ela começa a entristecer, e se chega triste, pensa: “vim ao lugar errado, pois aqui não estou encontrando alegria”.

Muitas vezes, ouvi pessoas dizem equivocadamente que o ministro é quem tem a responsabilidade de conduzir a igreja, que é dele o esforço maior de contagiar as pessoas no culto. Então, os ministros se esforçam, pulam, cantam, dançam, levantam as mãos e a equipe de louvor atrás dele parece ignorar e até reprovar totalmente o que ele está fazendo.

Entendamos que Deus não está assentado no Seu trono carente de atenção e de palavras bonitas ou de atos de paixão. Deus não precisa de nada, mas Ele espera que O adoremos com intensidade e que nossa adoração intensa contagie a milhares de pessoas. Assim como a atitude da mulher de derramar o nardo puro (Marcos 14.3-7), precisamos entender que nada para em nós mesmos. Todas as nossas atitudes estão influenciando o meio em que vivemos – positivamente ou negativamente.

Permita-se ser usado por Deus para contagiar!

Extraído do Livro ‘Além da Música’ – Geane Morais, Editora MDA Publicações, 2018.


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